Clínica de Psiquiatria Integrativa em São José dos Campos é alternativa recomendada para diversos tratamentos

Clínica de Psiquiatria Integrativa em São José dos Campos é alternativa recomendada para diversos tratamentos

O modelo de medicina aqui no ocidente já vem sendo repensado e adaptado por médicos e pacientes há algum tempo.

Quase 10 anos atrás o SUS implementou algumas práticas, chamadas antigamente de “complementares” na linha de tratamento de pacientes oncológicos. Dentre essas práticas estavam a massagem e o Reiki. A medida que o tempo foi passando, essas práticas foram inseridas cada vez mais no contexto hospitalar em geral.

Atualmente podemos observar colegas médicos quebrando alguns protocolos, por não encontrarem eficácia muitas vezes no modelo atual de medicina, a isso chamamos de “tratamento off label”. Em contrapartida, os pacientes têm cada vez mais procurado tratamentos “alternativos” para tratar suas doenças.

Médicos e outros profissionais da saúde, com uma visão mais ampla, acabaram com o tempo se adaptando a essas práticas complementares, adotando um novo modelo de saúde: a Medicina Integrativa. Hoje podemos encontrar Ginecologista Integrativo, Endocrinologista  integrativo, Reumatologista Integrativo, etc. Em outras áreas da saúde encontramos Fisioterapeuta Integrativo, Psicólogo Integrativo, Fonoaudiólogo Integrativo, e por aí vai.

Diversos países e culturas possuem um modelo de medicina bastante semelhante ao da Medicina integrativa, que são utilizadas já há milhares de anos. A Medicina Chinesa, Medicina Egípcia, e a Medicina Ayurveda por exemplo, são datadas de mais de 5.000 anos. Entre elas, porém mais recentes, destacam se a Medicin a Germânica, a Medicina Antroposófica, a Medicina Xamânica, a Homeopatia, e a nossa Medicina Indígena aqui no Brasil, infelizmente tão pouco conhecida.

Essas medicinas se enquadram neste “novo” modelo de Medicina Integrativa, pois veem o ser humano em sua totalidade. O médico integrativo aqui do ocidente entende a necessidade de integrar as áreas que foram fragmentadas ao longo dos séculos.

Por exemplo, uma doença da tireoide cursa com depressão. Os hormônios sexuais do paciente com problemas de tireoide também vão estar desequilibrados. Ele não quer sair de casa, não quer socializar, tem “preguiça”, procrastinação. Tem vontade de comer doces toda hora. Vários outros sintomas relacionados àquela Tireoide.

Então, se o paciente chega com queixa de depressão, nós teremos que enxergá-lo como um todo. Temos que olhar a causa das doenças como causas multifatoriais. São vários os mecanismos fisiopsicopatológicos de uma só doença. Devemos olhar a parte psíquica, social, hábitos de vida, alimentação, prática de atividades físicas, genética, o relacionamento familiar e transpessoal, e a espiritualidade. E partindo daí, escolhermos o tratamento e as terapias que são mais adequadas para aquele indivíduo em questão.

O médico integrativo primeiramente deve ser um excelente generalista. Ele não busca tratar o paciente generalista. Ele não busca tratar o paciente apenas com medicamentos halopáticos, assim como fazem os médicos não integrativos. apenas com medicamentos halopáticos, assim como fazem os médicos não integrativos.

Nós lançamos mão de inúmeras ferramentas para tratar o paciente, como por exemplo:

  • A medicina ortomolecular;
  • A hormonioterapia seguida de modulação hormonal;
  • Os fitoterapicos;
  • Halopáticos quando necessários;
  • e as infinitas terapias integrativas que temos atualmente.

Quando o médico integrativo recebe um paciente em seu consultório, analisa minimamente o paciente, com um olhar afetivo e um atendimento individualizado, através uma anamnese bem detalhada.

E, com seu olhar integrado, escolhe as melhores condutas e terapias ao paciente.

O resultado disso é o paciente com uma qualidade de vida muito melhor, bem orientado e o médico por outro lado feliz em entregar um bom resultado.

Fonte: Psiquiatria Integrativa / Jornalismo Colaborativo

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